sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

SKATE. ALEMANHA ORIENTAL. ANOS 80. CURIOSO?

Este filme - que ainda está colhendo verba em crowdfunding para acontecer de verdade - se chama This Ain't California (Esta Não é a Califórnia) e seu teaser faz um bom papel no sentido de nos instigar sobre o que seria a vida de um grupo de skatistas da Alemanha Oriental.

O que mais curti foi o trecho em que o narrador/protagonista fala que o skate é apenas diversão. Concordo plenamente - e uma diversão que voltarei a reencontrar assim que os milhões de turistas de verão partirem do Rio, aliviando o engarrafamento humano da pista livre da orla. Muita saudade.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Awesome People Hanging Out Together é o Tumblr da vez


















A foto acima junta gente da TV, do rap e do pop em um momento de galhofa nos bastidores de alguma coisa que não sei o que é... Mas o que importa é a origem: o Awesome People Hanging Out Together - um Tumblr do cacete e que, como o nome diz, mostra gente conhecida curtindo um momento juntos, em flagras tão legais quanto inusitados. Diversão total, testada e aprovada por mim.

P.S.: Eu ia falar do imbroglio com Michel Teló, mas deixa pra amanhã. Acho.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

O fraco sexto ano de Dexter e sua grande derrapada anticlimática

(Eu vou tentar fazer esse post sem spoilers. Acho que dá.)

Você pode ver Dexter de duas formas. Uma é esquecendo completamente o que as quatro primeiras temporadas da série ofereceram, correndo atrás da diversão por diversão. A outra é fazendo o oposto: pondo a expectativa à altura daquela que já foi uma das melhores - para mim, a melhor - série de TV fechada. Se fizer a primeira opção, provavelmente encontrou nesta sexta temporada o mínimo de diversão; mas se escolheu a outra, a queda já anunciada na temporada anterior se confirmou de vez, e nem mesmo a última cena pôde salvá-la...

Eu escolhi a segunda alternativa. Ou melhor: acho que, pros que viram a série desde o começo, esta não é uma escolha. E por isso mesmo, a tal última cena não só não salvou a esquisita sexta temporada como, para mim, a derrubou.

O que os produtores e roteiristas consideraram o ás na manga para animar o público para o novo ano, realmente não funcionou comigo. A cena em si não foi problema algum; o incômodo foi o contexto meio forçado, meio estranho... Não sei. Não rendeu. Ou vai dizer que você não esperava que aquele momento fosse muito mais cercado de estarrecimento? Garanto que sim.

Outro probleminha deste último ano de Dexter foram os erros do personagem. Digo, alguns dos erros. Em defesa dos roteiristas, acho bastante aceitável o fato de Dexter cometer alguns deslizes por dois motivos básicos. O primeiro é que o personagem é humano. Inteligente pra cacete, mas humano - e serial killers, por mais neurônios que tenham, também cometem erros (como fizeram Trinity e Rudy/Brian). O segundo é que Dexter está se aproximando de seu lado humano, e isso certamente o levaria a aumentar sua vulnerabilidade.

Mas voltando: há erros e erros. E não dá para aceitar que Dexter, por exemplo, ligue para o 911 de seu próprio celular para informar a localização de um serial killer.

Tem mais? Tem mais. A incerteza forçada de Debra; a subtrama do nerd do videogame - que, ao lado do Brother Sam e do Anderson, o novo detetive da trupe, foram a grande trinca de subaproveitados da temporada; o cada vez mais insuportável Quinn... Muita, muita coisa trabalhada ao longo do sexto ano e que não nos levou a nada - ou, pelo menos, a nada que estivesse parelho com que esperávamos.

Sobre Travis, eu curti. Fui um dos que não desconfiaram do grande segredo em torno de seu mentor... Mas até ele, no conjunto das coisas que deram errado, também teve lá seu grau de "poderia ter sido melhor" que a série não nos acostumou a experimentar desde que surgiu.

Dito isto tudo...retorno à tal última cena. Vou respeitar a promessa do começo do meu texto e, sobre ela, dizer apenas que já prevejo um caminho para que ela se resolva no sétimo ano, e ele envolve um desmaio e um esquecimento tão induzido como questionável. Se você ainda não viu, pode não ter entendido nada; mas se assistiu ao fim da sexta temporada, provavelmente me entendeu.

É apenas um palpite; um palpite para algo que pode ter sido mal encaixado, mas foi uma senhora aposta dos roteiristas para o novo ano de Dexter. Se por conta do retrospecto da série a barra já estava lá em cima, se escolheram aquele desfecho, os autores precisam dar conta da expectativa que criaram. Eu realmente acho que eles podem dar a volta por cima e devolver Dexter ao topo, e obviamente torço para isso; mas é bom que façam isso mesmo, pois os créditos que tinham já foram quase todos gastos.

P.S.: Aos que quiserem comentar, o pedido: sigam o meu exemplo e livrem as pessoas de spoilers. Parece difícil, mas dá.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Uma solução contra os pedestres lerdos

Um dos diversos males crônicos urbanos dessa vida é gente que anda mais devagar do que realmente consegue. Para piorar, normalmente essas pessoas adoram ocupar muito, muito espaço - por exemplo, ficando no meio do que seria a "faixa imaginária" de pedestres em vez de escolher um canto para exercer a sua lerdeza. Porém, como há solução para tudo nessa vida, vem do Japão um antídoto contra os que se arrastam tenebrosamente pelas ruas, corredores de shoppings etc. Ah, se essa moda pega: Descobri essa via Cassano.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Falta algo na Joss Stone...e eu acho que sei o que é

Aconteceu numa manhã desta semana. Ou da passada. Não importa: levava eu minha namorada ao trabalho quando ligamos o rádio e lá estava a voz rouca de Joss Stone. Rouca, bonita, afinada... Em tempos de vocais femininos em alta - uma onda relativamente recente e que deve muito à Amy Winehouse -, fiquei pensando na sorte melhor que a loira poderia ter tido.

Tudo bem, "melhor sorte" talvez não seja a expressão, já que Joss Stone está longe de ser pobre e/ou renegada. Mas vamos lá: em termos vocais, o que Joss deve a Adele, Katy Perry, Lily Allen, Alicia Keys Rihanna...? Nada. Mas pensem só o quanto todas as que eu citei têm mais relevância na cena pop do que Joss. É um fato, não?

Segundos depois, a resposta à charada surgiu: Joss Stone, linda, carismática, com uma ótima presença de palco e dona de uma bela e bem colocada voz...tem um repertório muito meia boca. E isso é uma pena.

Tentei simplesmente pensar em uma - UMA - música incrível da Joss Stone. Eu sei de algumas melodias, mas sou incapaz de citar uma música sua realmente boa. É estranho. Absolutamente estranho. E agora parece ir pelo mesmo caminho na SuperHeavy, sua empreitada com Mick Jagger, Dave Stewart e Damian Marley - sim, porque aquela Miracle Worker, que anda tocando nas rádios, é chatona.


Pensem só que Joss Stone faria se estivesse cercada de bons compositores e bons produtores. Não, o mundo não seria dela, mas ela teria abocanhado uma porção mais generosa dele fácil, fácil. De novo: ela é bem sucedida. Ela é famosa. E ela merece. O que ela não merece é essa incrível vocação de zero-hit wonder. Concorda?


terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Presente de Natal atrasado: o trash Especial de Natal de Star Wars!

Um presente de Natal atrasado? Então, aí vai: veja abaixo o infame, odiado e trash até o talo The Star Wars Holiday Special. Pra quem não sabe, este é o nome de um especial de TV de 1978 cuja história envolve a família de Chewbacca, um tal de Life Day - algo que seria equivalente ao nosso Natal - e a Princesa Leia em números musicais...

Eu nunca vi. Na verdade, acho que tenho medo de assistir e tirar um pouco da minha afeição pela saga criada por George Lucas; mas, segundo muitos fãs, é tão ruim que faz a volta e fica bom. Clique, assista e depois agradeça ou culpe o Dangerous Minds. Ah, e os primeiros 50 segundos são criados pelo cara que postou o vídeo e estão em silêncio mesmo:



segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Dragon Dictation: um "Simi de pobre" que vai muito bem

Ontem ganhei uma bela dica de aplicativo de iPhone de meu primo: Dragon Dictation. O programinha é uma mão na roda para aqueles com muita preguiça de digitar ou que andam muito ocupados para sequer fazer isso.

Funciona assim: você aperta o botão de reconhecimento de voz, dita a sua mensagem e a finaliza. Segundos depois, lá está ela na sua tela, pronta para ser corrigida por teclado - infelizmente ele não pontua - enviada por e-mail, sms ou compartilhada no Twitter e no Facebook - sim, rola integração com as duas redes sociais. E uma outra vantagem: é de graça. Sim, eu sei que você preferia ter um iPhone 4S; mas enquanto a Simi não vem, pode ir de dragão.
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